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Professora de Guarulhos é demitida após culpar menina de 10 anos por gravidez e estupro

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Foto: GRU Diário
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Comentários foram feitos na rede social e geraram indignação entre os internautas

A professora Eliana Nuci de Oliveira, que lecionava na Escola Estadual Frederico de Barros Brotero, no Centro, foi demitida nesta quarta-feira, 19, após comentário em que minimiza a situação e culpa a menina de 10 anos por ter ficado grávida após ser estuprada pelo próprio tio, no Espírito, em São Mateus.

“Agora tirar a vida de um inocente é triste demais. Criança se defende chorando para mãe, está menina nunca chorou por quê? Não foi nenhuma violência. Ela já tinha vida sexual há 4 anos com esse homem. Deve ter sido bem paga”, escreveu Eliana em um comentário no Facebook.

O comentário gerou indignação geral entre internautas e a informação da demissão foi feita pelo secretário de Educação do Estado, Rossieli Soares, à jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

“É um absurdo uma profissional que deve ser educadora e defensora da infância afirmar que não é uma violência. Repúdio total a qualquer um que defenda um absurdo”, disse o secretário.

O perfil da professora não está mais disponível na rede social, mas tinha sido exposto pelo perfil Anonymous Brasil, no Twitter.

O caso da menina de 10 anos

A gravidez da menina de 10 anos foi identificada quando ela precisou ir a um hospital do Espírito Santo e os profissionais do local perceberam o volume da barriga da menina. Após a realização do exame de gravidez, o resultado foi positivo.

A menina vivia com o tio e uma avó. Ela então afirmou que era violentada pelo tio há 4 anos. O homem, de 33 anos, chegou a ficar foragido, mas foi preso em Minas Gerais.

O caso da menina comoveu o País e a Justiça determinou que o aborto fosse feito, mas o Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Hucam) não fez o procedimento e justificou que a gravidez era cinco, e não de três meses, como havia sido informado anteriormente.

A menina teve de fazer o procedimento em um hospital de Recife. Antes do aborto ser finalizado, grupos religiosos chegaram a fazer protestos na porta do hospital.

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