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Professor Jesus lembra caso de racismo em campanha: “você é pobre, político e preto”

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Foto: Reprodução/Facebook
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Durante campanha para vereador, o atual candidato a vice-prefeito ouviu de um eleitor que ele representava três “pês” que ele não gostava

Em entrevista ao GRU Diário na quarta-feira (18), o presidente da Câmara, Professor Jesus (Republicanos) lembrou de um caso de racismo do qual foi vítima durante uma de suas campanhas para o cargo de vereador, quando ouviu de uma pessoa relativamente próxima que ele era “pobre, preto e político” e representava o que este eleitor não gostava.

Jesus afirmou que quando era professor em uma escola da região do Jardim Presidente Dutra conheceu uma pessoa que também desenvolvia um trabalho social ao tirar crianças da rua para jogar futebol.

Quando estava em campanha para o cargo de vereador, o atual candidato a vice-prefeito na chapa do prefeito Guti (PSD) contou que decidiu pedir o apoio desta pessoa, a quem ele também ajudava com doações de bolas e redes.

Jesus contou que ao chegar na residência deste eleitor, a esposa dele estava na porta e pediu que ele entrasse, de forma simpática, para falar com o marido dela. Quando começou a conversa e solicitou o apoio desta pessoa, o homem disse a Jesus que ele tinha os três “Pês” que ele não gostava.

O vereador não entendeu o que o homem quis dizer, e então perguntou o que seriam estes três “Pês”, ao que o homem respondeu: “Primeiro P, você é pobre, eu não gosto de pobre. Segundo P, você é político, eu não gosto de político. E o terceiro P, você é preto e eu não gosto de preto, sai da minha casa”.

Jesus afirmou que saiu do local abalado, entrou no carro de um assessor e começou a chorar, mas disse que aquelas palavras serviram como uma alavanca para que ele seguisse em frente. “Hoje o três Pês está aqui”, disse Jesus em referência a sua participação política na cidade.

Jesus disse ainda que como professor de escolas particulares e até mesmo universidades muitas vezes era o único professor negro. Ele relatou um outro caso de racismo em uma escola particular de São Paulo, quando por diversas vezes quiseram barrar a entrada dele em algum lugar destinado a professores convidados, como era o caso de Jesus.

Apesar dos casos citados, Jesus ressaltou que, na opinião dele, vivemos um período em que as pessoas precisam amar mais e perdoar mais. “A gente vive num momento em que, Freud fala né, que na realidade, o mal do século não é a depressão, não é o câncer, é o egocentrismo, as pessoas só pensam em si, se eu estou bem o que resto que se dane. Não é assim, ninguém é uma ilha. A gente tem que pensar no próximo”, afirmou.

A íntegra da entrevista ao GRU Diário pode ser vista ao clicar aqui.

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