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Prefeitura recebeu 2,4 mil denúncias de desrespeito à quarentena no comércio

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bar é autuado
Foto: Reprodução/Google Maps
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Reclamações por perturbação de sossego e aglomerações somam 759 ocorrências na GCM

A cidade de Guarulhos registrou 2.469 denúncias de desrespeito à quarentena em estabelecimentos comerciais desde o início da quarentena, segundo dados da prefeitura obtidos pelo GRU Diário. Foram autuados 551 estabelecimentos e sete precisaram ser interditados.

As ocorrências foram atendidas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SDU), órgão responsável por fiscalizar o funcionamento de estabelecimentos comerciais, em locais como, bares, restaurantes, tabacarias e adegas. 

O isolamento social foi decretado pelo governo de São Paulo, em todos os 645 municípios do estado, no dia 24 de março (Decreto nº 64.881, de 22/3/2020), como medida para combater o novo coronavírus. Desde então, a quarentena tem sido prorrogada e o novo prazo será até 23 de agosto. O decreto impôs o fechamento do comércio, exceto serviços essenciais de alimentação, abastecimento, saúde, bancos, limpeza e segurança. 

Bares e restaurantes puderam funcionar apenas com serviços de entrega (delivery) ou compra sem sair do carro (drive-thru), mas desde o dia 13 de julho, quando Guarulhos passou para a fase amarela do Plano São Paulo, foram autorizados a atender presencialmente. 

Para receber o público os estabelecimentos precisam cumprir medidas preventivas para impedir a propagação do vírus. Entre elas, evitar aglomeração, manter o distanciamento entre clientes, permitir a presença apenas de pessoas com máscaras e outras medidas. Quando descumpridas as regras, os locais são autuados.

No mês passado, o bar Adega 33, na rua Tapajós (Centro), foi lacrado por reincidência no descumprimento das regras de funcionamento. Antes da interdição, o bar já havia recebido quatro autuações de desrespeito à quarentena por aglomeração e perturbação do sossego público.

Festas clandestinas, perturbação e barulho

A Guarda Civil Municipal (GCM) recebeu 759 denúncias, entre março e junho, de perturbação de sossego público e aglomerações em espaços públicos e residências. O órgão mantém o número 153 para que moradores façam denúncias desse tipo.

Os bares costumam ser alvo de denúncias por amontoar clientes, ocupar calçadas e ruas com pessoas sem máscaras e promover festas com música alta. Na avenida Salgado Filho, um espaço chamado “Bar no Deck”, recebeu queixas de moradores por fazer festas clandestinas. Vizinhos reclamam que os frequentadores não usam máscaras e ficam na festa a noite toda.

Guarda-civis ouvidos pela reportagem afirmaram que de quatro a seis estabelecimentos são autuados, de sexta a domingo, desde a liberação do funcionamento de bares e restaurantes.

Os bairros mais denunciados e fiscalizados foram: Centro, Pimentas, Jardim Presidente Dutra, Cocaia, Jardim Angélica, Bom Clima, Jardim Bela Vista, Jardim Fortaleza e Cumbica.

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