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Prefeitura inicia mutirão e quer realizar 380 mil procedimentos para zerar fila na saúde

Guti
Foto: Ivanildo Porto/PMG
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Segundo prefeito, meta é conseguir zerar a fila de consultas, exames e cirurgias em até três meses

O prefeito Guti (PSD) deu início, nesta terça-feira (6), ao mutirão Zera Fila, que pretende realizar mais de 380 mil procedimentos como cirurgias, exames e consultas em demanda reprimida e, assim como o nome da proposta, zerar essa fila de espera no prazo de três meses.

De acordo com o prefeito, a demanda praticamente quintuplicou durante a pandemia da covid-19 e a iniciativa do mutirão só foi possível por conta de um investimento de R$ 21 milhões do Governo do Estado de São Paulo.

“A nossa dificuldade hoje é uma demanda muito reprimida de consultas, exames e cirurgias represadas por diversos fatores. Temos nossos problemas, mas a pandemia potencializou isso mais que ao cubo”, afirmou Guti.

Segundo informações da Secretaria Municipal da Saúde, Guarulhos tem 380.520 consultas, cirurgias e exames na fila. São 207.828 pacientes esperando consultas especializadas, 171.560 que aguardam exames e 1.132 solicitações de cirurgias eletivas.
 
Os números mais expressivos são na área de ultrassonografia simples. São 53.112 exames em espera para serem realizados. Na área de consultas, duas especialidades chamam a atenção: oftalmologia (28.982 pacientes em espera) e ortopedia (21.544). Mas neurologia também preocupa, com os 11.741 pacientes na fila.

Em nota, a Prefeitura afirmou que os pacientes que se encontram na fila de espera serão convocados por um serviço de call center montado especialmente para esse fim, bem como pela própria regulação municipal.

O prefeito também afirmou que pessoas que forem para as portas de UBS informarem que possuem procedimentos represados serão atendidas pelo pessoal das unidades que farão o agendamento no mutirão zera fila. As pessoas não devem procurar hospitais.

De acordo com o prefeito, a Prefeitura também preparou um plano pós-zera fila para evitar que a demanda fique novamente reprimida.

“Quando a gente zera uma demanda reprimida, o fluxo fica mais fácil, fica mais rápido naturalmente. Mas mesmo assim, se a gente continua com a mesma força, gradativamente vai se represando novamente. Por isso, dentro do plano do pós-zera fila, estamos contratando 4,2 mil horas médicas semanais, isso dá mais de 100 médicos, para que a gente consiga espraiar, mandar para as unidades básicas de saúde, para que a gente consiga atender a demanda”, afirmou Guti.

(com informações de Wellington Alves)

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