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Prefeitura diz que adesão à greve é de apenas 10%; Stap quer 23% de reajuste salarial

greve dos servidores
Foto: Stap
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Guti acusa movimento grevista é “político”

O primeiro dia de greve dos servidores municipais traz um conflito de versões entre a Prefeitura e o Stap (Sindicato dos Funcionários Públicos de Guarulhos). O governo afirma que a adesão ao movimento foi de apenas 10%, principalmente na Educação e na Saúde. Já o sindicato alega que 5 mil pessoas não trabalharam hoje (24).

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Na assembleia na Praça Getúlio Vargas, no Centro, o Stap reduziu a proposta de reajuste salarial de 25% para 23%.

Já a Prefeitura argumenta que está sem condições de aumentar os salários por causa de uma mudança na Lei de Responsabilidade Fiscal, que inclui os trabalhadores terceirizados no gasto com pessoal. A saída encontrada foi propor aumento de cerca de R$ 500 nos benefícios, como vale-refeição e abono.

Em transmissão nas redes sociais, o prefeito Guti (PSD) afirmou que os servidores devem tomar cuidado ao aderir a greve, já que considera o movimento como “político” e com foco em aumentar os valores dos que já ganham altos salários no funcionalismo.

Ontem (23), os agentes comunitários de saúde aceitaram a proposta de aumento do vale-alimentação ou vale-refeição de R$ 520 para R$ 900, cesta básica de R$ 120 para R$ 200, e abono salarial de R$ 80 para R$ 120. O salário médio da categoria é de cerca de R$ 1,6 mil.

Amanhã (25), o Stap vai realizar nova assembleia na Praça Getúlio Vargas, às 10h. Já a Prefeitura ingressou com ação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo para encerrar a greve.

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