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Pré-candidatura da chapa Lula e Alckmin é lançada em São Paulo

Foto: Reprodução/Youtube
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Dupla fala em superação das desigualdades sociais e retomada do crescimento no país

Em evento no Expo Center Norte, na capital paulista, foi lançada neste sábado (7) a pré-candidatura da chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSB), à Presidência da República. O ato conta com o apoio do PV, Solidariedade, Rede, PCdoB e Psol.

Contaminado pela covid-19, Alckmin participou do evento virtualmente e fez um discurso que foi transmitido aos presentes. Ele agradeceu Lula pela confiança na indicação a vice, defendeu a retomada do crescimento econômico, a democracia brasileira e a redução das desigualdades. O ex-tucano falou que o prato “lula e chuchu” será a nova iguaria da culinária nacional – uma piada, já que era chamado de “picolé de chuchu” pelos petistas.

Lula disse que Alckmin foi um “adversário leal” e agora é um parceiro em prol do Brasil. Ele comentou que, quando foi presidente e Alckmin governador, os dois eram concorrentes políticos, mas trabalhavam juntos institucionalmente.

O petista fez várias críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), que vai tentar a reeleição. Lula defendeu a mudança na política de preços da Petrobras. “O preço da gasolina é calculado em dólar, mas o salário do brasileiro é pago em real”, comentou.

De acordo com o ex-presidente de 2003 a 2010, o atual governo combate agentes culturais. “Precisamos de mais livros e não mais armas”, uma indireta a Bolsonaro, que é contra o desarmamento civil.

“70% das famílias brasileiras estão endividadas. A maioria não está se endividando para viajar, mas para comer. O Brasil voltou a um passado sombrio que tinha sido superado”, afirmou Lula.

 Por enquanto, entre as pré-candidaturas colocadas, apenas Lula confirmou o vice da chapa. A confirmação das candidaturas vai acontecer nas convenções partidárias entre julho e agosto.

No evento, Lula prestou homenagem à ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a quem disse que não será ministra em seu eventual governo, mas uma parceira importante.

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