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Polícia prende criminoso suspeito de financiar assalto milionário em Araçatuba

Paulo César
Foto: reprodução/Divulgação/Montagem
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Paulo César Gabrir, de 33 anos, afirmou que o crime exigiu uma logística avaliada em R$ 600 mil

A Polícia Civil prendeu, em uma operação realizada na última terça-feira (7), um homem suspeito de financiar o grande assalto realizado em Araçatuba, na madrugada do dia 30 de agosto, que deixou três pessoas mortas, entre elas um dos criminosos, e outras cinco feridas. A informação sobre a prisão foi divulgada nesta quarta-feira (8).

O suspeito é Paulo César Gabrir, de 33 anos, que informou aos policiais que a logística do assalto, que espalhou explosivos e causou terror nos moradores da cidade do interior, custou R$ 600 mil.

A operação para prender o suspeito foi realizada por policiais da 1ª Delegacia da Divisão de Investigações Sobre Crimes Contra o Patrimônio, do Departamento Estadual de Investigações Criminais, que receberam informações sobre um homem que mantinha um padrão alto de consumo, ostentava veículos de luxo e poderia estar envolvido na invasão à Araçatuba. 

As pistas levaram até um imóvel no Parque São Bento, em Sorocaba. No endereço, as equipes avistaram uma picape VW/Amarok e conseguiram localizar o suspeito alvo de investigação, que estava acompanhado de uma comerciante, que constava como foragida por tráfico.

Foi realizada abordagem e durante os trabalhos chegou ao local um mecânico, conduzindo uma BMW. Foi também realizada consulta e verificado que ele tinha saído recentemente de um presídio na região de Araçatuba.

Os policiais fizeram uma busca na residência e, mais precisamente no quarto, encontraram uma grande quantidade de documentos relacionados ao crime organizado que indica a presença dele em atividades em vários estados brasileiros. 

Durante a ação, o primeiro abordado admitiu ter financiado a operação para roubar os bancos em Araçatuba e, inclusive, revelou informalmente que a logística da invasão àquela cidade custou R$ 600 mil. Os três foram autuados por organização criminosa. 

Outros cinco suspeitos de envolvimento nos crimes já haviam sido detidos pelas polícias paulistas. Os materiais foram encaminhados à Polícia Federal, que prossegue com as investigações para esclarecimento dos fatos.

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