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Polícia Civil investiga duas mortes de empresárias de beleza de Guarulhos

Cris à esquerda e Cida à direita (Foto: Montagem)
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Casos não estão relacionados, mas em ambos os suspeitos são namorados ou ex-marido.

A Polícia Civil investiga a morte de duas empresárias da cidade, ambas do setor de beleza, que foram mortas de forma misteriosa e cuja suspeita de um possível assassinato recaiu sobre o namorado ou ex-marido, de acordo com reportagem feitas pelo Cidade Alerta, da TV Record.

Maria Cristiane, conhecida como Cris, de 33 anos, cabeleireira e empresária, foi encontrada no quarto de casa, morta, com manchas de sangue em cima da cama e em outros pontos do local, na residência dela no Jardim Silvia, no sábado, 19.

Inicialmente a morte foi dada como suspeita, mas familiares relataram marcas nos braços e no pescoço, como se ela tivesse sido segurada ou estrangulada. O caso é investigado pelo 9º Distrito Policial de Guarulhos.

O corpo foi encontrado pelo namorado e por um vizinho. O rapaz nega um relacionamento sério com a vítima. O vizinho tinha visto a chave de Cris no portão, quando foi trabalhar, por volta das 9h. Quando voltou, por volta das 18h, encontrou o suposto namorado, que disse que não recebia retorno das mensagens enviadas ao celular de Cris.

Na noite anterior, um ex-marido da vítima, de nome Robert, passou a noite com ela. De acordo com familiares, mesmo separados eles ainda mantinham um relacionamento, o que incomodava uma parceira do ex-marido.

O corpo não passou por perícia e possivelmente será exumado.

Já o corpo de Aparecida Xavier, de 36 anos, que inauguraria um salão de cabeleireiro em Guarulhos nesta semana, foi encontrado com ferimentos de tiro em um sítio de Mairiporã, onde ela pretendia fazer um churrasco surpresa para a família para comemorar a abertura do seu negócio próprio.

Primeiramente ela foi dada como desaparecida, depois de entrar em um Fox Vermelho solicitado por meio de um aplicativo de viagens, no sábado, 19. Os familiares chegaram ao sítio após conseguir contato com o motorista, que informou que a deixou no local.

No local, os familiares encontraram o corpo de Cida, como era conhecida, encontrada com uma arma na mão direita, para dar a entender que ela cometeu suicídio, mas ela era canhota. Não havia nenhum indício de que a cabeleireira teria intenção de se matar, segundo parentes.

A suspeita dos familiares de um possível assassinato caiu sobre o namorado Alberto, sócio de Cida em seu futuro negócio, porque ele não se mobilizou muito para encontrar a parceira. Os familiares chegaram a pedir que ele não comparecesse ao velório.

De acordo com o caseiro, Cida teria dito que ficaria pouco tempo no local e que o namorado iria buscá-la. Alberto, porém, disse que nunca compareceu ao local em entrevista para a reportagem da TV Record, na qual estava abalado emocionalmente.

Em ambos os casos, a Polícia Civil pede para que qualquer pessoa que tenha informações que possam levar a elucidação do caso entrem em contato.

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