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PM prende suspeito de matar ex-secretário-adjunto de segurança de Guarulhos

Cido Begosso
Foto: Reprodução/Redes Sociais
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Outros dois suspeitos estão foragidos. Crime ocorreu na terça-feira

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) confirmou ao GRU Diário que a Polícia Militar prendeu um dos suspeitos de participar do assassinato do ex-secretário-adjunto de Segurança Pública em Guarulhos, Aparecido Dozineti Begosso, de 66 anos, na região de Cumbica.

O crime ocorreu na terça-feira (19), na empresa de Cido Begosso, como era conhecido o empresário e político. O criminoso, porém, foi detido por volta das 17h, na
avenida Paulo Faccini, no Maia.

Duas mulheres que trabalham no local, de 29 e 40 anos, relataram que estavam na empresa quando três indivíduos entraram no estabelecimento.

Um deles se dirigiu até a sala onde estava Cido e disparou. O ex-secretário foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros até o Hospital Pimentas-Bonsucesso, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o crime, os policiais foram informados sobre três criminosos que teriam fugido em um veículo modelo Palio, da cor azul. Ao localizar o carro na Avenida Paulo Faccini, a polícia conseguiu deter um dos suspeitos, mas outros dois fugiram.

Foram apreendidos cinco celulares com os criminosos, dos quais dois eram produtos de roubo. O caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de assassinato) no 1º DP, no Centro. Foram solicitados exames periciais ao IML (Instituto Médico Legal) e ao IC (Instituto de Criminalística).

Cido Begosso estava lotado como chefe de seção técnica na Secretaria de Habitação. Ele entrou na Prefeitura em 1986, como professor de Educação Física, segundo informações do Portal de Transparência. Ele também foi candidato a vereador em 2004 e 2008.

Ele foi velado no Cemitério Vertical, na Vila Rio de Janeiro, e sepultado no Cemitério São Judas Tadeu, no Picanço. Cido deixa esposa, filhas e netas.

Ex-secretário de Segurança e atual secretário de Habitação, João Dárcio lamentou a morte do amigo em suas redes sociais:

O deputado estadual Márcio Nakashima também se manifestou:

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