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Mulher sobe em capô de carro para protestar contra motorista de app que rejeitou viagem em Cumbica

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Foto: Reprodução/redes sociais
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Moradora do Jardim Marilena, a mulher afirmou que teve corrida recusada duas vezes porque motorista queria viagem mais longe.

Viralizou na internet esta semana um vídeo que mostra uma mulher sobre o capô de um carro de um motorista de aplicativo, em um espaço cheio de carros de aplicativos próximo ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, em Cumbica, para protestar contra as duas vezes em que o condutor recusou suas corridas pelo app 99.

“Eu vou sair aqui do Terminal 3 e ir lá para Guarulhos. Ele não quer fazer essa corrida. Sabe por quê? Porquê ele quer ir para a Pompeia, Cidade Jardim, Viracopos…Ele está aqui, não sei há quantas horas, mas não quer fazer a minha corrida”, diz a mulher. O fato ocorreu na quinta-feira, 3.

Inconformada, ela continua: “Ele me rejeitou duas vezes e quando a 99 foi fazer a corrida para ele de novo, ele ficou 23 minutos esperando eu cancelar. Por que eu, como passageira, tenho que cancelar a corrida dos senhores motoristas? Por que os senhores motoristas estão aqui em Guarulhos esperando uma corrida para Cidade Jardim, para pegar uma madame. Só que eu estou com meu filho, por favor senhores, filmem o meu filho, há 23 minutos esperando esse motorista aqui. Cadê você para defender o seu carro, o seu patrimônio?”.

O motorista do veículo, que é alugado, não aparece para defender o carro, mesmo após a mulher dar alguns tapas no capô.

“Será que você é um pai de família para deixar uma mãe 23 minutos esperando o Uber? Será que ele tá tomando café com leite ali? Cadê ele? Cadê o defensor do carro? Não vai aparecer? Por favor, filma a placa dele. Ele quer cobrar uma fortuna para ir para a Pompeia, mas não quer fazer uma corrida para Guarulhos. Obrigado”, concluiu a mulher.

Em resposta ao portal G1, a 99 afirmou que apura o caso, mas que “o motorista parceiro é um profissional autônomo com liberdade para definir sua jornada de trabalho. Ou seja, os condutores podem escolher seus horários e se aceitam ou não as viagens oferecidas”.

Apesar de ter sido citada, a Uber não se manifestou sobre o caso.

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