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MP vai questionar EMTU e Capital sobre extinção de linhas intermunicipais

ônibus EMTU
Foto: EMTU
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Em Guarulhos, cinco linhas foram retiradas e demanda teve de ser absorvida por outras três.

O Ministério Público de São Paulo vai questionar a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e a Prefeitura de São Paulo sobre a extinção de 12 linhas intermunicipais que faziam a ligação entre a Capital e cidades da região metropolitana.

Em conversa com jornalistas do site Diário do Transporte, o promotor Cesar Ricardo Martins disse que vai cobrar esclarecimento sobre os impactos dos cortes de linhas para os passageiros e quais critérios foram utilizados.

Em Guarulhos, cinco linhas foram tiradas de circulação: 016 Guarulhos (Terminal Urbano Guarulhos) São Paulo (Metrô Armênia), 575 Guarulhos (Terminal Urbano) – São Paulo (Metrô Armênia), 577 Guarulhos (Jardim Ipanema) – São Paulo (Metrô Armênia), 344 Guarulhos (Parque Alvorada) – São Paulo (Metrô Penha) e 595 Guarulhos (Terminal Metropolitano Taboão) – São Paulo (Metrô Brás).

Os itinerários foram tirados de circulação pela EMTU a pedido da Prefeitura de São Paulo por sobreposição de linhas. A medida gerou a indignação de muitos passageiros, que reclamaram que já tinham um transporte lotado e que a situação piorou mais ainda.

Alguns abaixo-assinados, como um organizado pelo ex-vereador Geraldo Celestino (PSDB) pedem a retomada destas linhas. Você pode acessar o abaixo-assinado ao clicar aqui.

A retirada das linhas também desagradou o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), que enviou um ofício ao secretário de Estado de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, em que solicita informações das linhas intermunicipais que foram canceladas e as alternativas que foram implantadas para os usuários do transporte público.

A EMTU já afirmou ser favorável a recolocação das linhas em operação, mas, em postagem feitas nas redes sociais, Baldy ressaltou que esta é uma prerrogativa que cabe a Prefeitura de São Paulo. “Primeiro quero esclarecer que a Constituição Federal prevê que as Prefeituras no Brasil tem a prerrogativa das políticas públicas do transporte público. Buscamos diálogo nestas medidas, demonstramos a importância de cada operação aos gestores municipais, mas não fomos atendidos.”, escreveu Baldy.

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