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Metrô aceita liberar catraca, mas estações continuam sem operação após greve

Metrô Sé
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
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Paralisação por conta da greve dos metroviários atinge linhas 1 – Azul, 2 – Verde, 3 – Vermelha e 15 – Prata

O governo paulista aceitou a proposta dos metroviários, que tinha anuência do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP), para autorizar a operação do metrô com as catracas liberadas após a greve deflagrada na manhã desta quinta-feira (13).

Metrô aceita liberar catraca, mas estações continuam sem operação após greveEntretanto, até o momento do fechamento destas matérias, as estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e o monotrilho linha 15-Prata, seguem sem operação. Diariamente, cerca de 3 milhões de pessoas trafegam por estas linhas.

A categoria deflagrou greve para reivindicar o pagamento da participação nos resultados dos últimos três anos e soluções para problemas de falta de funcionários e de investimentos.

De acordo com Narciso Fernandes, diretor do sindicato, a operação deverá ser normalizada por volta das 10h30, tendo em vista os deslocamentos dos metroviários para os postos de trabalho.

De acordo com Narciso Fernandes, diretor do sindicato, a operação deverá ser normalizada por volta das 10h30, tendo em vista os deslocamentos dos metroviários para os postos de trabalho.

“Estávamos desde ontem tentando essa negociação com o governo”, apontou Fernandes. Ele destaca que a categoria topou manter a operação com a catraca liberada, como forma de protesto, mas o Metrô não aceitou de imediato a proposta.

Em nota, o Metrô confirmou que o sindicato dos metroviários foi comunicado da liberação das catracas, “de forma a não prejudicar ainda mais a população que depende do transporte”.

A companhia colocou como condição que isso seria feito desde que houvesse o retorno imediato de 100% dos funcionários da operação e manutenção, “para garantir a segurança dos passageiros”. De acordo com o governo, “a liberação deve gerar prejuízo dificultando ainda a saúde financeira da empresa”.

O Metrô alega que “tentou todas as formas de negociação, inclusive com a concessão de benefícios como o pagamento de progressões salariais. A empresa também cumpre integralmente com o acordo coletivo de trabalho e as leis trabalhistas”.

(Com informações da Agência Brasil)

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