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“Infelizmente, às vezes, o jovem escolhe opções políticas pela estética”, diz Tarcísio em Guarulhos

Tarcísio de Freitas
Foto: Divulgação/Lupacom
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Segundo pré-candidato de Bolsonaro ao Governo de SP, jovens deixam de observar oportunidades e podem colocar país em “marcha ré”

Durante visita a Guarulhos em um evento realizado na FIG, na Vila Rosália, o pré-candidato de Jair Bolsonaro (PL) ao Governo do Estado de São Paulo e ex-ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que os eleitores mais jovens às vezes costumam escolher um candidato pela estética.

A declaração foi dada na quarta-feira (13), durante um reunião do pré-candidato com empresários organizado pela ACE (Organização Comercial e Empresarial) de Guarulhos.

A fala ocorreu após Tarcísio afirmar que o mundo percebeu que errou em termos de estratégia ao perceber problemas como concentrar negócios em um único país, como no caso da produção de EPIs (equipamentos de proteção individual). De acordo com Tarcísio, a Ásia era responsável por 96% da produção destes equipamentos.

Segundo Tarcísio, essa seria uma oportunidade de trazer grandes empresas e negócios para a cidade, mas, segundo ele, algumas pessoas não conseguem enxergar essa oportunidade.

“Nós temos oportunidade de se reindustralizar. O Brasil ficou fora da festa lá atrás, ficou fora da divisão de cadeias globais de produção e tem a oportunidade de se reinserir, basta que a gente faça o dever de casa. A gente tem que acionar as alavancas corretas, isso é muito importante, as pessoas às vezes não percebem”, afirmou Tarcísio.

E continuou:

“Os jovens às vezes não percebem. Infelizmente, às vezes, o jovem quer escolher opções políticas pela estética. Eu não vou com esse cara porque eu não gosto dele, acho ele antipático, eu vou no outro. Aí a gente corre o risco de dar marcha ré e perder uma grande oportunidade”, comentou o pré-candidato.

No mesmo raciocínio, Tarcísio criticou, sem citar o nome, o ex-presidente Lula:

“Se aquele cara que lá atrás governou o Brasil e assaltou os nossos cofres e quer voltar esse ano, se ele tivesse sido um bom presidente, se tivesse sido bom presidente, voltar agora seria um desastre, porque ele está superado, está em um discurso ruim, ele não se atualizou, não está preparado para os desafios de hoje”, afirmou Tarcísio ao concordar com um apoiador que afirmou que o “lugar dele (Lula) é na cadeia”.

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