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Guti decreta extinção da Proguaru

Protesto Proguaru
Foto: agência sindical
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Empresa de economia mista vai demitir 4,7 mil funcionários

O prefeito de Guarulhos, Guti (PSD), determinou nesta sexta-feira (27), conforme consta no Diário Oficial do município, a extinção da Proguaru por conta do estado de falência da empresa de economia mista. Com isso, serão demitidos 4,7 mil funcionários.

O encerramento da Proguaru foi confirmado justamente no aniversário de 42 anos da empresa. Guti conseguiu aprovação da Câmara Municipal, em dezembro de 2020, para encerrar as atividades da empresa. Em julho, a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) concluiu estudo em que apontava a situação econômica da empresa como insustentável.

Uma comissão de trabalhadores da empresa conseguiu coletar milhares de assinaturas para solicitar a convocação de um referendo, para votar a revogação da lei, pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). A Justiça Eleitoral ainda não se posicionou sobre a solicitação dos funcionários.

Com a extinção da Proguaru, a Prefeitura vai contratar outras empresas para prestar os serviços de zeladoria urbana, portaria e obras.

A Proguaru passa a ser gerida por uma Comissão Liquidante, que fará as propostas de acordos para as demissões dos funcionários, além da gestão das dívidas e do patrimônio. Os trabalhadores continuam em suas funções, normalmente, até serem comunicados das rescisões.

O advogado do Stap (Sindicato dos Funcionários Públicos de Guarulhos), Marcelo Pereira, afirmou que a extinção da empresa é uma violência contra os trabalhadores. “Nós vamos usar de todos os meios judiciais possíveis para anular essa decisão”, afirmou.

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