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Guti acredita que extinção da Proguaru deve encerrar a possibilidade de um referendo

Guti
Foto: divulgação
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Prefeito não comentou se entraria judicialmente contra uma eventual decisão do TRE de realizar um referendo

O prefeito Guti (PSD) afirmou que a extinção da Proguaru deve inviabilizar a realização de um referendo na cidade se a empresa deveria ou não continuar a existir.

A declaração foi dada pelo prefeito ao GRU Diário, nesta terça-feira (31) ao ser questionado sobre o decreto que prevê a extinção da empresa, publicado na última sexta-feira (27).

O que nós decretamos nessa última sexta-feira (27) foi a liquidação da Proguaru e com essa liquidação obrigatoriamente tem que ser constituído uma comissão liquidante. E essa comissão vai começar a fazer os desligamentos da empresa, então, esse prazo de setembro não existe. Aos poucos a gente vai fazendo o necessário. A partir do momento que nós tenhamos os serviços para substituir a gente vai fazendo os desligamentos”, argumento o prefeito.

O pedido de referendo foi encaminhado pela Câmara Municipal ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo. A solicitação foi levada ao presidente da Câmara, Martello (PDT), após uma comissão de trabalhadores “Em defesa da Proguaru” reunir mais de 14 mil assinaturas de eleitores de Guarulhos, como demanda a Lei Orgânica, para a realização da votação popular sobre uma determinada lei municipal.

Questionado se entraria judicialmente contra a lei, o prefeito disse que este tema deve ser resolvido com o corpo jurídico, mas que a extinção da empresa deve inviabilizar a votação.

“Eu não posso falar sobre a questão jurídica da situação porque temos um corpo técnico para falar sobre isso. No nosso entender, a partir do momento que não há mais objeto para o referendo ele cai por terra”, disse o prefeito.

No mesmo dia da publicação do decreto, entidades que representam trabalhadores da Proguaru, como o STAP e o Sincoverg, emitiram uma nota em que afirmaram que tomariam todas as medidas judiciais cabíveis.

Nesta quarta-feira (1º) trabalhadores devem fazer um ato em frente à Câmara Municipal para tentar pressionar os vereadores a derrubarem o decreto emitido por Guti na sexta-feira.

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