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Guarulhos quer desapropriar 216 casas próximas ao rio Baquirivu-Guaçu

Foto: Reprodução/Band TV
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Prefeitura planeja implantar Programa de Macrodrenagem, para conter enchentes, até 2024

Na próxima semana, a Prefeitura de Guarulhos inicia consulta pública para preparar o edital de licitação para contratação da empresa que vai implantar o Programa de Macrodrenagem do Rio Baquirivu-Guaçu, com custo de R$ 500 milhões. Para conter as enchentes, uma das propostas é retirar as famílias que vivem próximo do rio.

Ao todo, 216 moradias serão retiradas nos próximos meses. A gestão municipal não informou quais bairros são atingidos, mas é possível prever que os bairros Cidade Seródio, Haroldo Veloso, Malvinas e Jardim Marilena devem estar entre os que vão ter casas desapropriadas.

O governo planeja implantar o loteamento Ponte Alta II, com 345 lotes residenciais, além de prédios para 378 apartamentos, para abrigar parte das famílias.

Na terça-feira (19), as fortes chuvas voltaram a causar alagamentos no Baquirivu-Guaçu, o que inviabilizou o trânsito de veículos na avenida Jamil João Zarif, que liga as regiões Taboão e São João. Muitos guarulhenses resolveram encarar as águas, a pé, para chegar em casa.

Projeto

O programa de macrodrenagem é a principal aposta do prefeito Guti (PSD) no segundo mandato. A primeira fase de obra terá a canalização de 14 km do rio Baquirivu e 500 metros do córrego Cocho Velho, além de instalar parque linear, ciclovia e melhorias de travessias. O cronograma prevê 30 meses para a conclusão.

O Departamento de Desenvolvimento Habitacional, da Secretaria de Habitação, informou que não tem informações, neste momento, sobre as desapropriações.

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