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Guarulhenses agem como se a pandemia tivesse acabado

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Centro de Guarulhos
Foto: Mari Cavalcante
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Na última sexta-feira, 4, índice de isolamento na cidade foi de 36%, o pior para o período e baixo até mesmo para a fase pré-pandemia

Quem acompanha os índices de isolamento social na cidade de Guarulhos pode achar que não há mais uma pandemia do novo coronavírus. De acordo com o Sistema de Monitoramento Inteligente do Governo de São Paulo, na última sexta-feira, 4, apenas 36% dos guarulhenses respeitaram o isolamento social na cidade.

Esse foi o pior índice durante a quarentena e está abaixo até mesmo de períodos pré-quarentena, quando o isolamento social ficava em torno de 38%. O menor registro na cidade, porém, é de 29%, no dia 12 de março.

Um dos motivos para a queda no isolamento social é a retomada econômica. Com a reabertura de bares e restaurantes é possível ver estabelecimentos que têm cumprido as normas de distanciamento e outros que extrapolam o limite do bom-senso.

É fato que não só em Guarulhos, como no Brasil inteiro, há uma certa “ressaca” da quarentena, ou seja, as pessoas não aguentam mais ficar em casa, mas é necessário colocar a mão na consciência e seguir pelo menos os padrões de higiene.

Tem cidadão que nem sequer usa máscara. Não se trata de um desrespeito ao Poder Público, mas a todos aqueles que perderam familiares ou que temem por seus pais e filhos, mas mesmo assim precisam ir trabalhar e lidar com essa falta de empatia.

Neste sábado, 6, a reportagem esteve no Centro de Guarulhos e percebeu um certo desleixo no uso de máscaras e de outras medidas de proteção.

Ao contrário dos primeiros dias de abertura, são poucas as lojas que oferecem medição de temperatura e álcool em gel aos consumidores.

Mas a preocupação geral dos lojistas têm sido recuperar o rombo no caixa causado pelo paralisação total das atividades no começo da pandemia.

Tinha loja com 70% de desconto no produto, alegando que algumas outras unidades da marca fecharam as portas e por isso a mercadoria estava em promoção. Pode ser marketing? Até pode, mas com o tanto de placa de aluga-se que está no Centro é bem fácil acreditar no que diz o lojista.

Outro fato curioso no Centro é que muitos puxadores de clientes no Calçadão, que atraem os cidadãos para as lojas, usavam máscaras no queixo. O mesmo acontece com os funcionários que oferecem exames de vista, além de distribuir panfletos e oferecer bexigas do lado de fora dos estabelecimentos.

Eles chamam pelos consumidores sem proteger a boca, manuseiam as máscaras com as mãos. Em seguida, manipulam os folhetos e há pessoas que aceitam.

Enquanto tudo isso acontecia, na Praça Thereza Cristina, os equipamentos do restaurante e pizzarria Greguinhos estavam sendo levados, enquanto parte de sua história estava no entulho deixado em duas caçambas.

Na Igreja Matriz, os fiéis mantinham a distância entre um assento e outro para fazer suas preces.

De fato, a pandemia não acabou, e todo cuidado, até que se tenha uma vacina ou medicação eficaz, ainda é pouco.

(Com informações e fotos de Mari Cavalcante)

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