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Guarucoop apoia operação da Polícia Civil contra motoristas clandestinos no Aeroporto de Guarulhos

Polícia Civil
Foto: Polícia Civil
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Cooperativa destaca importância do combate aos chamados “arrastadores” para garantir segurança de passageiros e profissionais legalizados

A Guarucoop (Cooperativa Mista de Transporte dos Motoristas Autônomos de Táxis do Município de Guarulhos) manifestou apoio à operação realizada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (19) contra motoristas clandestinos que atuam no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

A ação policial tem como alvo suspeitos de integrar um esquema de extorsão e abordagem irregular de passageiros no terminal aeroportuário. Foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra investigados envolvidos na prática criminosa.

Segundo a cooperativa, a operação representa um importante avanço no combate a um problema que há anos afeta usuários do aeroporto e profissionais que atuam dentro da legalidade.

Segurança dos passageiros é prioridade

A Guarucoop afirma que tem alertado constantemente as autoridades sobre a atuação dos chamados “arrastadores”, indivíduos que abordam passageiros de forma irregular dentro e nas imediações do aeroporto para oferecer transporte clandestino.

De acordo com a entidade, além de causar prejuízos aos taxistas credenciados e aos motoristas de aplicativos que trabalham legalmente, a prática coloca em risco a segurança dos usuários.

“A Guarucoop sempre defendeu que o combate à clandestinidade deve ser realizado pelas autoridades competentes, por meio da fiscalização, da investigação e da aplicação da lei. É exatamente isso que estamos vendo nesta operação. Esperamos que este seja um passo importante para devolver tranquilidade aos passageiros e aos profissionais que trabalham corretamente”, afirmou o vice-presidente da cooperativa, Edmílson Americano.

Cooperativa repudia violência

A Guarucoop também destacou que não apoia qualquer tipo de reação violenta contra os motoristas clandestinos e orienta seus cooperados a sempre respeitarem os limites da lei. Entretanto, a cooperativa ressalta que a atuação irregular dos chamados “arrastadores” acaba gerando indignação entre profissionais que cumprem as regras, pagam taxas e investem recursos para trabalhar de forma regularizada no aeroporto.

Segundo a entidade, o enfrentamento da clandestinidade deve continuar sendo conduzido pelos órgãos de segurança pública e fiscalização, garantindo a proteção dos passageiros e a valorização dos profissionais que atuam legalmente no transporte de pessoas.

A operação da Polícia Civil investiga um grupo suspeito de aplicar golpes e extorquir passageiros no Aeroporto Internacional de Guarulhos por meio de abordagens irregulares para oferta de transporte. As investigações buscam identificar todos os envolvidos no esquema e reforçar a segurança dos usuários que utilizam diariamente o maior aeroporto do país.

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