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Governo e Oposição debatem reajuste dos servidores

Foto: Vera Jursys/CMG
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Stap tenta mobilizar funcionários públicos para greve

A polêmica sobre o reajuste do funcionalismo público está aquecendo o debate político na Câmara Municipal. A primeira rodada de negociações entre o Stap (Sindicato dos Servidores de Guarulhos) e a gestão do prefeito de Guarulhos, Guti (PSD), terminou sem proposta de aumento salarial dos servidores.

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O vice-líder do Governo no Legislativo, vereador Geraldo Celestino (PSC), afirmou que a data-base do reajuste é 1º de maio e ainda há tempo para acordo. Apesar disso, ele pondera que a Prefeitura está com dificuldade por conta de uma mudança do TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo), que inclui no gasto com pessoal os trabalhadores das organizações sociais e entidades terceirizadas.

O limite de gasto com pessoal, de acordo com a Constituição Federal, é de 54% do orçamento. Tradicionalmente, prefeituras em todo o país utilizavam as terceirizadas para furar esse teto. Agora, isso não é mais possível.

Para o vereador Rômulo Ornelas (PT), líder da Oposição na Casa de Leis, a Prefeitura deveria conceder reajuste maior para os servidores com baixos salários, estratégia utilizada na primeira gestão do ex-prefeito Elói Pietá (PT). À época, ele ganhou o apelido de “prefeito do 1%”, justamente por conceder aumento de 1% para os funcionários com maiores salários.

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