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Gerente da Sabesp diz que não é possível tapar buracos imediatamente após obras

Foto: Bruno Netto/CMG
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Serviço de tapa-valas da companhia foi retratado em reunião de comissão na Câmara Municipal

O gerente regional da Sabesp em Guarulhos, Valdemir Freitas, participou de reunião na Comissão de Obras e Serviços Públicos da Câmara Municipal, nesta quinta-feira (12). Questionado sobre o criticado serviço de tapa-valas da companhia, ele alertou que não é possível fazer o conserto no mesmo dia da abertura dos buracos para execução de obras.

“Precisamos de cinco dias para que o solo se compacte de forma adequada, a gente coloque a capa asfáltica e ela resista. Se ela for feita imediatamente, como há umidade que a gente acabou de fazer o serviço, ou umidade tanto do vazamento de água quanto do vazamento de esgoto, esse asfalto pode ceder e a gente tem que voltar a fazer”, disse.

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O gerente afirmou que quando há problemas nesse asfalto as empresas contratadas precisam refazer, uma vez que o trabalho tem garantia de cinco anos.

“Se a Sabesp fez a vala, para fazer a ligação de água ou para consertar um vazamento, ela tem a obrigação de refazer o serviço no prazo e na qualidade adequada”, ressaltou.

Freitas explicou que a falta de compactação e as condições do solo, como drenagem inadequada, são pontos que podem resultar em problemas no asfalto que foi reposto.

“Os contratos que fazemos com as empresas requerem que os profissionais tenham certificação, com os treinamentos relacionados à questão da compactação do solo, de fazer uma ligação de água, de atender e relacionar-se com o cliente. Então, esse treinamento é exigido para que ele possa trabalhar nas vias. Nós fazemos o pós-serviço três vezes para verificar a qualidade e mapeamos aquelas equipes que requerem novos treinamentos”, disse.

Os vereadores Gilvan Passos e Romildo Santos, ambos do PSD, participaram da reunião e questionaram a Sabesp em relação às trocas de hidrômetros. Os representantes da companhia explicaram que há uma data de validade dos instrumentos e eles precisam ser trocados, pois os mais antigos podem errar a mediação e, consequentemente, é cobrado menos do que realmente se gasta.

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