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Funcionários querem votação popular para decidir se Proguaru deve ou não ser extinta

Protesto Proguaru
Foto: agência sindical
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Movimento de trabalhadores lança nesta sexta-feira iniciativa para colher assinaturas em prol do referendo

Um movimento de trabalhadores da Proguaru vai lançar nesta sexta-feira (4), durante uma live realizada pelo perfil Em Defesa da Proguaru, no Facebook, uma iniciativa para colher assinaturas e levar a um referendo popular a lei 7879/2020, aprovada pela Câmara e que determina a extinção da empresa de capital misto.

“Baseados no exercício da democracia, entendemos que uma lei tão definitiva , que atinge o destino da cidade e de 5000 famílias que podem ficar sem emprego, deve ser decidida PELO POVO e não por um prefeito de passagem no poder”, diz trecho do texto publicado no perfil.


Embora tenha conseguido aprovar a lei, além dos funcionários outras pessoas têm aderido ao pedido de continuidade da empresa. O presidente da Câmara, Martello (PDT), é um dos que engrossam o caldo para que a empresa passe por um processo de enxugamento, mas não de extinção.

Há também uma CEE (Comissão Especial de Estudos) na Câmara Municipal, presidida pelo vereador Edmilson Souza (PSOL), que investiga se a empresa realmente é deficitária como justifica a Prefeitura para um processo de extinção.

Na live desta sexta-feira, que contará com abertura musical de As Despejadas, também haverá a presença do Padre Júlio Lancellotti, conhecida por suas causas sociais e que já se manifestou favorável ao pleito dos trabalhadores.

Também participam da live o ex-prefeito Elói Pietá (PT), o ex-vice-prefeito Alexandre Zeitune, Presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos Nelsão, os vereadores Laércio Sandes (DEM), Janete Pietá (PT), Maurício Brinquinho (PT) e Edmilson.

A Prefeitura de Guarulhos afirma que a Proguaru gera prejuízos sucessivos há anos e que se o serviço for repassado para a iniciativa privada haverá uma economia de R$ 200 milhões.

Os funcionários da empresa, porém, afirma ser inviável a extinção da empresa, que encerra 4,7 mil postos de trabalho e aponta que os trabalhadores mais impactados são os de baixa renda e concursados.

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