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Funcionária se passa por outra mulher para marcar encontros e roubar a própria empresa em Cumbica

Francisca Lucileda
Foto: divulgação
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Mulher de 58 anos usou fotos de uma ex-funcionária para marcar encontros e fez contato com criminosos. Vítima que teve foto roubado ainda foi ameaçada por esposa de criminoso

A Polícia Civil procura por Francisca Lucileda, de 58 anos, auxiliar de limpeza em uma empresa de produtos químicos em Cumbica que utilizou fotos de uma ex-funcionária da empresa para marcar encontros e que ajudou criminosos a roubarem a própria empresa ainda se passando pela ex-funcionária.

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Francisca utilizava as fotos de uma mulher que trabalhou na empresa e que era mais jovem. Segundo os relatos da polícia, a mulher chegou a ter sucesso em alguns encontros. Ela usava a foto da ex-funcionária e depois, quando aparecia nos encontros, contava a verdade.

Em uma dessas conversas para agendar um encontro, ela acabou por conhecer um rapaz que era criminoso e afirmava que tinha uma quadrilha. Ainda se passando pela outra mulher, Lucileda afirmou que conhecia uma empresa, onde uma amiga trabalhava, que guardava R$ 400 mil reais em um cofre.

Ela nunca se encontrou com os criminosos enquanto se passava pela ex-funcionária, mas enquanto se passava pela ex-funcionária, falava que não participaria do crime, mas que tinha uma amiga, a faxineira, que tinha todas as chaves e poderia facilitar o acesso ao dinheiro.

Toda vez que os criminosos tentavam marcar um encontro com Francisca, ela falava que estava em outro lugar e mandava uma foto da ex-funcionária para disfarçar.

Os criminosos chegaram a fazer três assaltos no local, mas conseguiram roubar apenas R$ 20 mil e, por recomendação da própria Francisca, que se passava pela mulher em contato com os criminosos, não roubaram o celular e nem maltrataram a auxiliar de limpeza. Frustrada, a quadrilha tentou contato com a mulher da foto utilizada por Francisca para marcar os encontros.

A vítima que teve as imagens usurpadas, chegou a ser ameaçada pela esposa de um dos criminosos. Após informar que não se era ela quem estava mandando as mensagens para a quadrilha, um dos criminosos chegou a mandar um áudio para o marido da vítima, que confirmou que não se tratava da esposa. Entretanto, a vítima reconheceu que a voz era da auxiliar de limpeza de uma empresa que ela já havia trabalhado.

Com base nas imagens e do fato de Francisca nunca ter tido o celular roubado durante os assaltos, os policiais começaram a suspeitar dela.

Três criminosos foram detidos por conta do ocorrido. Francisca está foragida. Ela também não ficou com nada do dinheiro do crime cometido.

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