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“Eu fiz de tudo para salvar a companhia”, diz Guti sobre extinção da Proguaru

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Guti Proguaru
Foto: reprodução

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Prefeito afirmou que empresa iria falir em dois anos e os 4,7 mil funcionários sairiam sem receber nada

Em uma live realizada na tarde desta sexta-feira (18), o prefeito Guti (PSD) afirmou que fez de tudo para salvar a Proguaru e tentar evitar o processo de extinção que foi aprovado na parte da manhã pela Câmara Municipal, com 24 votos a favor e 9 contra.

“Eu fiz de tudo para salvar a companhia, nosso time fez de tudo, a gente conseguiu limpar o nome para que a gente conseguisse contratar a Proguaru para que ela prestasse os serviços para a Prefeitura e pudesse faturar. Mas em 2022, pelos cálculos da Fazenda, pelos cálculos dos nossos técnicos, essa empresa não sobrevive de jeito nenhum”, disse o prefeito.

De acordo com o prefeito, a empresa custa entre R$ 440 milhões e R$ 450 milhões anualmente e nos últimos dois anos gerou prejuízos superiores a R$ 200 milhões.

A extinção da Proguaru gerou indignação entre os servidores da empresa, que se reuniram na quinta-feira (17) e na sexta-feira (18), em frente à Câmara, no Centro, para pressionar os vereadores a rejeitarem o projeto.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública Municipal (Stap), mais de 4,7 mil funcionários serão prejudicados e ficarão sem empregos por conta da decisão do prefeito.

O sindicato afirmou que avalia uma greve geral e ações judiciais contra a extinção da Proguaru.

De acordo com o prefeito, se a extinção da Proguaru não fosse aprovada, a empresa iria falir em 2022 e os funcionários ficariam sem receber nada.

“A gente está programando um desligamento para que de fato as pessoas além de receber toda a sua rescisão, recebam também um PDV (Plano de Demissão Voluntária), é algo a mais da rescisão para que as pessoas possam sair e ter um pouco mais de tranquilidade durante um maior período de tempo”, disse o prefeito.

De acordo com Guti, pesou para a decisão o fato de que o valor recebido da Sabesp para obras de drenagem e repassado para a Proguaru será menor em 2022.

“A gente fez lá atrás uma negociação Saae-Sabesp e fruto desta negociação tem recursos vindos da Sabesp para investir em drenagem. A gente pegou estes recursos de drenagem e contratou a Proguaru para fazer, para garantir orçamento financeiro, recursos para que a empresa persistisse, e como em 2022 esta transferência de recursos vai ser muito menor, a gente não vai ter recursos”, disse o prefeito.

O prefeito afirmou ainda que se comprometeu a contratar um estudo externo para avaliar e confirmar a situação de falência da empresa e que se houver outra saída ela poderá ser tomada, mas disse que não queria criar nenhuma expectativa.

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