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Estado proíbe a venda de bebidas alcoólicas em bares e restaurantes após 20h

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João Gabbardo
Foto: Governo do Estado de São Paulo

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Medida também vale para lojas de conveniência em perímetros urbanos e pelo prazo de 30 dias

O médico João Gabbardo, secretário-executivo do comitê de contenção do coronavírus de São Paulo, anunciou nesta sexta-feira (11), que a venda de bebidas alcóolicas em bares, restaurantes e lojas de conveniência estão proibidas a partir das 20h.

A medida visa reduzir a quantidade de aglomerações em todo o Estado de São Paulo. De acordo com o secretário de Saúde do Estado, Jean Gorinchteyn, houve um aumento significativo no crescimento da contaminação de jovens de 20 a 39 anos pela covid-19.

Gorinchteyn avaliou que a mudança na faixa etária foi provocada pelo lazer noturno, nos espaços frequentado por jovens como bares, restaurantes, casas noturnas e shows. “O lazer noturno é um ponto que promove aglomerações. Infelizmente, [esses espaços] ao não seguirem as regras sanitárias, geram riscos aos próprios clientes e a quem fica em suas casas para se proteger”, afirmou o secretário.

O horário de atendimento dos estabelecimentos também serão reduzidos. No caso dos bares, o estabelecimento deve ser fechado até as 20h. O atendimento aos clientes só será permitido se eles estiverem sentados e no máximo seis pessoas podem dividir a mesma mesa. A ocupação destes espaços pode ser de no máximo 40% da capacidade total.

Restaurantes e lojas de conveniência em perímetros urbanos poderão funcionar até as 22h, mas, assim como os bares, só podem vender bebidas alcóolicas até as 20h.

As regras começam a valer por 30 dias, a partir de sábado (12), e os estabelecimentos que descumprirem as regras poderão ser punidos.

Segundo o governo de São Paulo, 1.000 agentes da Vigilância Sanitária serão responsáveis pela fiscalização de bares, restaurantes, casas noturnas, shows, incluindo festas clandestinas, em todo o estado de São Paulo.

“É um momento de solidariedade e compreensão da população. Não é punição e cerceamento. Ao contrário, a própria população precisa se sentir parte da solução. Está nas mãos de todos”, afirmou a diretora do Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, Maria Cristina Megid.

Até o momento, foram realizadas 110 mil autuações no estado de São Paulo que resultaram em 1,2 mil autuações por aglomeração e não utilização de máscaras.

(Com informações de Mari Cavalcante)

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