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Em primeiro dia, novo rodízio já não tem adesão desejada pela gestão Covas

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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O primeiro dia do novo rodízio na Capital Paulista, que começou a valer a partir desta segunda-feira, 11, não teve a adesão esperada pelo governo municipal da Capital, segundo disse o secretário municipal de Transportes, Edson Caram.

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“A princípio dá pra se notar que há uma diminuição no volume de carros andando na cidade de São Paulo. Ainda não é o esperado, a população ainda está se deslocando de uma forma além daquilo que nós queremos”, disse o secretário em entrevista ao Bom Dia São Paulo, da TV Globo.

De acordo com o novo rodízio, carros com placa de final par só circulam em dia para e carros com placa ímpar só circulam em dia ímpar. Ficam isentos trabalhadores de serviços essenciais, mas é preciso fazer um cadastro junto à Prefeitura.

A ideia do rodízio é forçar uma colaboração maior das pessoas ao isolamento social, com meta de atingir entre 60% e 70%.

Hoje só deveríamos ter na rua pessoas que realmente trabalham em serviço essencial. A quarentena ainda está mantida, leitos de hospitais estão chegando ao seu limite e a curva está crescendo”, disse o secretário no jornal televisivo.

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