PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.

Edmilson propõe Comissão Especial de Estudos sobre situação da Proguaru

Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on telegram
Edmilson Souza
Foto: Reprodução/TV Câmara

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.
Error: Embedded data could not be displayed.

Eleito para a próxima legislatura, o vereador do PSOL é contra a extinção da empresa de capital misto

O vereador Edmilson (PSOL) protocolou, em sessão da Câmara Municipal nesta terça-feira (22), um pedido de criação de uma Comissão Especial de Estudos (CEE) que pretende avaliar a situação financeira, orçamentária e administrativa da Proguaru.

Eleito para a próxima Legislatura, Edmilson é oposição ao atual governo e contrário à lei de extinção da Proguaru aprovada na Câmara Municipal por 24 a 9.

A criação da CEE deve ser colocada em votação no plenário da Câmara na primeira sessão da Legislatura de 2021, em fevereiro, segundo Edmilson. Caso seja aprovada, a CEE é formada e ao final dos trabalhos produz um relatório que pode ou não concordar com a extinção da Proguaru.

“Esse relatório da Câmara terá um peso fundamental, porque é o Poder Legislativo fazendo uma análise e eu tenho absoluta certeza que nós conseguiremos comprovar que a Proguaru é uma empresa que deve continuar e pode trazer dividendos do ponto de vista do resultado social para a cidade de Guarulhos”, disse o vereador.

A Prefeitura alega que a Proguaru é uma empresa deficitária, que desde 2013 tem gerado prejuízo aos cofres públicos. Com a lei aprovada, a gestão do prefeito Guti (PSD) pretende fechar a empresa de capital misto até 2022. Os serviços prestados pela empresa seriam então repassados para a iniciativa privada.

Oposição e sindicatos alegam que a atitude de acabar com a empresa vai gerar 4,7 mil pessoas desempregadas.

A Prefeitura diz que vai oferecer um amplo Plano de Demissão Voluntária (PDV) e que os funcionários que não aderirem serão realocados na Prefeitura ou nas empresas que vierem a prestar o serviço.

Nesta segunda-feira (21), o prefeito sancionou a lei, mas há uma decisão judicial obtida pela vereadora Genilda Bernardes (PT), que anula a validade da mesma.

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.
Error: Embedded data could not be displayed.
TÓPICOS
COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on telegram
COMENTÁRIOS
VEJA TAMBÉM

PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.

PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.

PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.

PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.

PUBLICIDADE

Error: Embedded data could not be displayed.

PUBLICIDADE