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É possível manter a rotina de estudos em casa, conta especialista

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Foto: Divulgação
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Planejamento e organização. Duas palavras que em seu significado têm bastante complexidade, mas com conceitos que precisam ser aplicados quando o assunto é estudar em casa. Por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus e a consequente quarentena, universidades, escolas e até cursinhos transportaram suas aulas para a internet.

Foi o que aconteceu no Hexag, de acordo com o coordenador pedagógico do cursinho especializado em vestibular para Medicina, Fernando Nizoli. Ele contou que foi durante a greve dos caminhoneiros, ocorrida em 2018, que os profissionais do cursinho passaram a ver com bons olhos a possibilidade de transmitir conhecimento via meios digitais.

“Nós criamos, então, uma plataforma on-line com tudo o que a gente poderia precisar caso ocorresse alguma coisa semelhante”, explicou.

Dois anos depois, o resultado das gravações das aulas se mostrou mais do que necessário. Com as restrições de circulação em São Paulo, o Hexag passou a transmitir conteúdo e orientar os alunos a continuarem os estudos pela internet. E não tem nada de moleza: o recomendado por Fernando é que os estudantes continuem sua rotina de 12h diárias de estudo.

“A minha primeira recomendação para eles foi que se a aula começa às 7h15 da manhã, o ideal é acordar um pouco antes, tomar um banho, café e partir para os estudos. Se acordar 7h10, o corpo e a mente não vão produzir”, afirmou o professor. Durante o período de concentração nos ensinamentos, os alunos têm acesso a videoaulas, teleconferências, estudos orientados e até simulados.

A escolha de um ambiente calmo e tranquilo, em que não haja interrupções, também é essencial, segundo Fernando.

“Temos que pensar que a família inteira foi afetada pela quarentena. Ou seja, tem muita gente em casa. E não dá para estudar lavando louça, por exemplo, porque o estudo exige concentração”, falou.

O professor também explicou que, apesar de estar em casa e ter um tempo a mais para as tarefas do cursinho, já que as horas de deslocamento até a sede podem ser reaproveitadas, é importante impor um limite para descansar a mente.

“Nós indicamos de 12h a 14h, no máximo, assim como no presencial. Se passar disso, vai ser prejudicial. Virar a noite estudando e no outro dia não conseguir acordar é péssimo, vira uma bola de neve”, concluiu o professor.

Para os momentos de descanso, a plataforma do Hexag conta com aulas orientadas de yoga para relaxamento após os extensos períodos de estudo. Além disso, os alunos têm acesso a uma psicóloga.

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