fbpx
PUBLICIDADE

Debate entre candidatos ao Governo do Estado é marcado por ataques

Rodrigo Garcia e Haddad no debate da TV Cultura
Foto: Reprodução/TV Cultura
Compartilhe
PUBLICIDADE
Previous slide
Next slide

Haddad, Rodrigo, Tarcísio, Poit e Elvis trocaram farpas

O debate entre os candidatos ao Governo do Estado de São Paulo realizado na noite desta terça-feira (13) na TV Cultura esquentou a rivalidade entre os participantes. O encontro ficou marcado por ataques direcionados às gestões de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), no governo federal, e as do PSDB no Estado.

Vinícius Poit (Novo) disse que o PT “defende bandido, seja político, seja ladrão de celular”. Fernando Haddad (PT) rebateu que, quando foi prefeito de São Paulo, desbaratou cinco quadrilhas por causa da Controladoria Municipal e citou que o pai de Poit foi seu secretário.

Na sequência, Haddad questionou Tarcísio de Freitas (PL), candidato apoiado por Bolsonaro, pela queda nos índices de vacinação das crianças. O ex-ministro da Infraestrutura afirmou que a vacinação contra a covid foi um case de sucesso no Brasil e que a vacina não deve ser obrigatória.

O ex-prefeito de Santana do Parnaíba, Elvis Cezar (PDT), afirmou que o PSDB constrói o Metrô a “passos de tartaruga” e aumentou os impostos na pandemia. Candidato à reeleição, Rodrigo Garcia (PSDB) afirmou que, em 2020, era preciso garantir recursos para combater a pandemia, mas ele, após ter assumido há cinco meses, reduziu os impostos. Ele disse ainda que há expansão na construção de hospitais em sua gestão.

No segundo bloco, Rodrigo afirmou que os seus rivais “falam mal de São Paulo”, que é o melhor estado para se viver no Brasil. Ele negou que tenha padrinho político e destacou que tem 27 anos de vida pública. Haddad retrucou o tucano, citando uma queda de 50% nos investimentos, obras atrasadas e citou que ele foi vice do ex-governador João Doria (PSDB) e que foi secretário nas gestões Gilberto Kassab (PSD) e Celso Pitta (PP).

Questionado sobre R$ 1 bilhão de investimentos em obras sem licitação quando era ministro da Infraestrutura, Tarcísio justificou que precisava agilizar obras que estavam paradas.

Rodrigo afirmou que os AMEs (Ambulatórios Médico de Especialidades) vão se transformar em Hospitais Dias e vai zerar as filas de cirurgias até o final do ano e acusou Haddad de, quando prefeito, prometer entregar 25 UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) e só concluir três. O petista rebateu que Doria abandonou a Prefeitura após um ano e cortou “leite das crianças e transporte dos idosos”.

Tarcísio criticou a gestão tucana por mais de 800 obras paradas no Estado. Rodrigo defendeu que reduziu em 40% as obras paradas e que há problemas para retomar construções mal feitas. O tucano ponderou que “São Paulo é um canteiro de obras” sem a ajuda do governo federal.

PUBLICIDADE

TÓPICOS
Previous slide
Next slide
Compartilhe
VEJA TAMBÉM