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Coronavírus: quase 7 milhões de testes do governo federal estocados em Guarulhos podem ir ao lixo

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Foto: Unsplash

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Unidades vencem entre dezembro deste ano e janeiro de 2021

O governo federal pode jogar fora 6,86 milhões de testes para o diagnóstico do novo coronavírus que estão estocados num armazém em Guarulhos, que pertencem à União, caso não sejam distribuídos para o SUS (Sistema Único de Saúde).  O lote está avaliado em R$ 290 milhões. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo deste domingo (22).

Os exames RT-PCR comprados pelo Ministério da Saúde perdem a validade entre dezembro deste ano e janeiro de 2021 e ainda não foram repassados para a rede pública.

A reportagem afirma que caso essa quantidade de testes seja descartada isso representará um número superior de testes aplicados pelo SUS que é de cinco milhões. Ao todo, a Saúde investiu R$ 744,5 milhões em testes. 

O teste RT-PCR é um dos mais eficazes para detectar a covid-19 e realizado por meio de uma amostra retirada do nariz.

De acordo com o jornal, “a responsabilidade pelo prejuízo virou um jogo de empurra entre o Ministério da Saúde, de um lado, e Estados e municípios, do outro”. Isso acontece porque a compra é feita pela governo federal, mas a distribuição ocorre quando os testes são solicitados por governadores e prefeitos. 

No entanto, há outro problema relacionado com a não distribuição dos exames: a falta de insumos para realizar os testes, como cotonetes, tubos de laboratório, reagentes para extrair RNA. As secretarias de saúde municipais e estaduais alegam que receberam os kits incompletos. 

O Ministério da Saúde distribuiu até hoje 8,7 milhões de unidades de testes aos estados brasileiros e exterior (Paraguai e Peru receberam 130 mil exames) e parte delas não foram consumidas. O Ministério da Saúde já pediu ao fabricante análise para prorrogar a validade dos produtos.

O estado de São Paulo foi o segundo que mais recebeu testes, foram 1,180 milhões de testes, atrás do Rio de Janeiro, com 1,239 milhões. 

Outro lado

Procurada pelo Estadão, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não deu detalhes de como a validade do produto poderá ser renovada, mas informou que distribuir testes vencidos é uma infração sanitária. 

O Ministério da Saúde disse ao jornal que a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) está realizando estudo “para verificar a estabilidade de utilização dos testes” – os testes foram comprados pelo governo por meio da organização. O resultado da análise deve sair na próxima semana, informou a pasta.

O Estadão questionou o Ministério da Saúde sobre o que fará com os testes que estão perto de vencer, a pasta informou que “distribui os exames a partir de demandas dos estados”. 

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