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Câmara aprova ‘coronavoucher’ de R$ 600 a informais durante três meses

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom:Agência Brasil)
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Da Agência Brasil

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Os deputados federais aprovaram, nesta quinta-feira, 26, um valor de R$ 600 por três meses para trabalhadores informais, benefício que foi apelidado de coronavoucher. Mães de família que sustentam a casa receberam o valor dobrado.

A medida é necessária por conta da falta de renda de famílias com profissionais autônomos que não podem sair para trabalhar por conta da quarentena em que se encontra o Brasil com intuito de evitar a propagação do novo coronavírus (Covid-19).

Serão beneficiados trabalhadores informais (sem carteira assinada), às pessoas sem assistência social e à população que desistiu de procurar emprego.

A votação do projeto ocorreu de forma simbólica, virtualmente, e apenas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e os líderes partidários estavam no plenário.

O valor inicial do benefício seria de R$ 200, mas foi considerado baixo se comparado com benefícios de outros países, que discute um pagamento de US$ 1 mil. Até mesmo o presidente Bolsonaro (Sem Partido) considerou o valor ínfimo.

“Aquela ajuda inicial para os informais, de R$ 200, que é muito pouco, conversei com Paulo Guedes, e ele resolveu triplicar esse valor”, disse o presidente em uma live do facebook.

Bolsonaro, por sinal, voltou a criticar a quarentena imposta pelos estado. “Para 90% da população, essa gripe é quase nada. [Para] quem tem menos de 40 anos, uma vez infectado, a chance de óbito é próxima a zero, de uma para cada 500 pessoas”, disse. “A primeira pessoa a se preocupar com o grupo de risco é você. Não é esperar que o governo faça, o governo está fazendo muita coisa, mas não pode fazer tudo que acham que o Estado pode fazer”, disse.

De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, divulgada nesta quinta-feira (26), o país registra 2.915 casos confirmados de covid-19 e 77 mortes causadas pela doença. A taxa de letalidade é de 2,7%.

Considerando um mês após o primeiro infectado, o Brasil fica atrás da China (213 mortes e 9.802 casos), mas à frente da Itália (29 mortes e 1.694 casos).

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