Aeroporto de Guarulhos não pode receber passageiros vindos da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue
O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueiro, anunciou, na noite desta sexta-feira (26), pelas redes sociais, que as fronteiras aéreas do Brasil estão fechadas para voos e passageiros provenientes de seis países africanos com maior contágio da variante do coronavírus ômicron.
A restrição afeta passageiros oriundos da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue, a partir de segunda-feira (29). Com isso, o Aeroporto Internacional de Guarulhos – o principal que recebe voos internacionais no Brasil – não receberá pessoas destes locais.
A variante ômicron, encontrada na África do Sul, foi considerada como preocupante pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Os especialistas não sabem se as vacinas aplicadas no mundo são eficazes contra a variante.
Durante o dia, o prefeito de Guarulhos, Guti (PSD), solicitou ao Governo Federal a implementação de barreiras sanitárias no Aeroporto Internacional de Guarulhos contra passageiros provenientes de países africanos pelos próximos 15 dias.
Guti encaminhou ofícios nos ministérios da Saúde, Defesa, Casa Civil, Infraestrutura e Justiça. A preocupação é que, além do risco de os passageiros poderem portar a covid-19, eles podem ainda infectar os funcionários do aeroporto, sendo que boa parte deles são moradores de Guarulhos.



