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Água e boa alimentação ajudam a driblar, ou aliviar, a ressaca no Carnaval

Foliões costumar abusar do álcool e sofrem consequências na volta ao trabalho (Foto: Fernando Frazão - Agência Brasil)
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Se você abriu esta matéria e espera uma solução para acabar com a ressaca de ontem de maneira mágica sentimos informar que não há milagre que acabe com a ressaca, mas algumas dicas podem te ajudar a minimizar os problemas oriundos da bebedeira excessiva.

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De acordo com o médico Wallace Newton Scott Junior, especialista em clínica médica, a ressaca é causada pela desidratação do corpo provocada pelo excesso de bebida alcoólica. “O álcool aumenta o funcionamento dos rins, inibe uma série de hormônios e acaba sendo diurético”, explicou. Portanto, ao contrário do que muitos pensam, quando se consome qualquer tipo de bebida alcóolica você está se desidratando.

Assim como o cigarro, também não existem níveis seguros para consumo desta substância, mas o ideal seria não consumir mais do que 40 gramas por dia, o que já dificulta a diversão dos foliões que gostam de tomar umas a mais neste feriadão, já que uma simples dose de uísque tem 20 gramas.

Algumas dicas como boa alimentação, o consumo de água intervalado com a bebida alcóolica e até mesmo a água de coco podem ajudar a melhorar os sintomas de uma ressaca. “Quando ocorre o consumo de álcool em excesso, a alimentação geralmente é deixada de lado, o que faz com que os foliões tornem-se mais predispostos à desidratação e aos efeitos prejudiciais de bebidas, como a inflamação do fígado e prejuízos aos rins”, afirmou a hepatologista do Hospital de Transplantes, Carolina Pimentel, em comunicado emitido pelo Governo do Estado.

De acordo com dados do Estado, aproximadamente 600 internações acontecem no SUS, por mês, em SP, relacionadas a transtornos mentais e/ou comportamentais por abuso de álcool em pessoas de todas as idades. A média mensal se mantém no decorrer do ano, mas tem caído nos últimos anos, conforme indicam dados extraídos do DataSUS.

Em 2016, ocorreram 8.206 internações, ou 683,8 por mês. Em 2017, com 7.082 atendimentos do tipo, a média caiu para 590,1 mensais, o que equivale a uma queda de 13,7%. Comparando-se com 2018, a queda é ainda maior com 15,7%, com 575,5 internações mensais, totalizando 6.907 no ano.

Os balanços também apresentam queda de internações de pessoas com menos de 19 anos. Em 2016, foram 84, durante o ano todo. Em 2017, 81. Em 2018, foram 68 internações.

A faixa etária de 45 a 49 anos tem a maior concentração de internações relacionadas ao consumo de álcool, respondendo por aproximadamente 17% do total de atendimentos desse tipo, por ano.

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