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Ações contra o Aedes aegypti chegam a 35 bairros em Guarulhos

Combate Aedes Aegypti Guarulhos Bairros
Foto: Diego Frois e NÍcollas Ornelas /PMG
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CCZ realizou bloqueios, fiscalizações e checou denúncias entre os dias 11 e 15 de agosto

A Prefeitura de Guarulhos, por meio do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), realizou entre os dias 11 e 15 de agosto uma série de ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. No período, os agentes atuaram em 35 bairros com bloqueios, fiscalizações em pontos estratégicos e atendimento às denúncias da população.

Atividades por dia

Na segunda-feira (11), os bloqueios ocorreram no Jardim Lenize, Jardim Nova Cumbica, Gopoúva e Invernada. Os agentes também vistoriaram locais estratégicos no Taboão, Bela Vista, Parque Primavera, Recreio São Jorge, Residencial Bambi, Parque Santos Dumont e Jardim São João, além de verificarem denúncias no Taboão, Invernada e Bonsucesso.

Na terça-feira (12), as equipes atuaram no Macedo, Paraventi, Soberana, Gopoúva e Invernada, com inspeções em pontos estratégicos da Vila Paraíso, Jardim Maria Dirce, Parque Alvorada, Vila Pires e Jardim Brasil. Denúncias foram atendidas em Cumbica e Bonsucesso.

Na quarta-feira (13), os bloqueios alcançaram o Jardim Flor da Montanha, Gopoúva e Invernada. Já as vistorias ocorreram no Jardim Munhoz, Vila Galvão e Vila São Rafael, com checagem de denúncias no Itapegica, Vila Galvão e Vila Any.

Na quinta-feira (14), receberam bloqueios os bairros Soberana, Lenize, Santa Emília, Gopoúva e Invernada, enquanto os pontos estratégicos foram monitorados no Jardim Presidente Dutra, Vila Augusta, Centro, Macedo e Vila Fátima. As denúncias foram verificadas na Vila Galvão, Gopoúva, Vila Fátima e Cecap.

Encerrando a semana, na sexta-feira (15), os bloqueios chegaram ao Soberana, Santa Emília e Invernada. As fiscalizações ocorreram em Rosa de França e Bonsucesso, e as denúncias foram atendidas no Cabuçu, Centro e Vila Fátima.

Importância da participação popular

Segundo a Prefeitura, as ações têm como objetivo interromper os ciclos de reprodução do mosquito e reduzir os riscos de surtos. O órgão reforça que a colaboração da população é essencial, principalmente na eliminação de criadouros em residências, como recipientes com água parada.

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