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ACE protocola pedidos de prorrogação de contas de luz, água, gás e aluguéis

Foto: Divulgação
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Após pedir a postergação do recolhimento dos impostos municipais, o reforço policial em áreas comerciais esvaziadas por conta da quarentena, melhores condições a correntistas de cooperativas bancárias e a flexibilização do decreto que determinou o fechamento de estabelecimentos não essenciais, a Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos oficializou pedidos de auxílio a concessionárias de energia, gás e água e ao setor imobiliário.

“A classe empresarial precisa de apoio neste momento. As micro e pequenas empresas são as mais impactadas nesta quarentena e serão fundamentais no pós-crise. Por isso, solicitamos algumas providências que consideramos urgentes e indispensáveis para reduzir o reflexo negativo das restrições sobre a sobrevivência das empresas e a manutenção dos empregos”, explica o presidente Silvio Alves.

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A ACE protocola, desde o início desta semana, solicitações de postergação nos pagamentos das locações a diversas imobiliárias, não só aquelas ligadas às empresas de modo geral, mas também em relação às locações residenciais, já que a paralisação da atividade econômica já começou a gerar desempregos.

“Nós sugerimos o parcelamento das locações, sem a incidência de multa, juros e correção monetária”, completou o presidente.

Na última semana, a entidade já havia oficializado pedidos para que as contas de energia elétrica, fornecimento de água e de gás tivessem cobrança de tarifa mínima durante o período de crise, com o excedente sendo parcelado a partir de 2021.

Além da suspensão de cortes do serviço neste momento. Os ofícios foram protocolados junto à Sabesp (com o diretor presidente Benedito Braga), EDP Brasil (com o presidente Miguel Setas) e Comgás (com o presidente Nelson Roseira Gomes Neto).

“O ineditismo do atual momento nos exige tais medidas extremas e excepcionais. Precisamos estar juntos para evitar ainda mais problemas”, disse Silvio Alves.

Também na última semana, a ACE, ao lado do Sincomércio e da AECG, solicitou à Prefeitura a discussão de uma solução para o retorno da atividade econômica, com a reabertura das empresas a partir do dia 6/04, obedecendo todos os protocolos e orientações das autoridades da área da Saúde.

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