Vice-prefeito de Arujá foi preso por suspeita de lavagem de dinheiro, diz delegado

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Foto: Wellington Alves

Polícia Civil de Guarulhos destrincha organização criminosa

A Polícia Civil possui “robustos elementos” que indicam participação em lavagem de dinheiro do vice-prefeito de Arujá, Márcio Oliveira (Republicanos), em esquema com o crime organizado, apontou o delegado Fernando José Goes Santiago, do 4º Distrito Policial (DP) de Guarulhos, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (30).

De acordo com Santiago, Márcio foi advogado de Anderson Lacerda Pereira, traficante foragido e tido como líder da organização criminosa que celebrava contratos de fachada para gerir serviços públicos em diversas prefeituras, entre as quais, a de Arujá. Os dois eram vizinhos em um condomínio, mas Anderson segue foragido.

Em depoimento à Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Câmara Municipal, em 26 de junho, Márcio se negou a dizer qual seria a sua relação comercial com um dos investigados pela Operação Soldi Sporchi.

O vice-prefeito teve a prisão preventiva decretada por 30 dias pela 1ª Vara de Lavagem de Dinheiro e Organizações Criminosas da Capital. “As investigações tentam esmiuçar qual seria na verdade o tamanho desse elo, se era só lado profissional quando ele era advogado ou se extrapolou”, diz Santiago.

O caso está em sigilo de Justiça. O delegado não quis expor os motivos individuais da prisão de Márcio, mas considerou que “todos os presos são pessoas que apresentaram indícios relevantes de autoria de materialidade de algum delito”.

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