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Guarulhos possui seis colônias com até 100 gatos que vivem em grupos

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Foto: Divulgação/PMG

Prefeitura planeja ação para evitar crescimento populacional

O Dpan (Departamento de Proteção Animal), da Prefeitura de Guarulhos, monitora seis colônias de gatos existentes em diferentes pontos da cidade. Os locais possuem até 100 animais, que vivem em grupo, sem serem cuidados por tutores.

Nesta semana, a gestão municipal fez palestras para ajudar os funcionários da FIG/Unimesp, na Vila Rosália, e da UNG, no Centro, por causa de um crescimento exponencial de gatos em seus campus.

De acordo com Dpan, em breve terá início o monitoramento nos cemitérios Nossa Senhora de Bonsucesso, São João Batista, no Centro, e São Judas Tadeu, no Picanço.

“Junto com os funcionários e servidores de cada local, o Dpan realiza a contagem dos animais, verificação do estado de saúde, esterilização quando necessária, vacinação e identificação com microchip. No caso de filhotes, é realizado acolhimento no abrigo da Prefeitura em Bonsucesso para posterior encaminhamento à adoção”, informou o órgão.

A realidade das colônias de gatos foi explicada pela veterinária e protetora animal Daniela Souza, no programa GRU em Pauta desta quinta-feira (20). Ela disse que um casal de gatos não castrados pode gerar 80 mil descendentes em 10 anos.

Outra colônia de gatos existe na Escola Estadual Conselheiro Crispiniano, na região central. A Secretaria de Estado da Educação já comunicou a Zoonoses sobre o problema.

No caso da colônia no Cemitério São Judas Tadeu, Daniela afirmou que, com ajuda de outros protetores, já realizou a castração de 40 gatos. Na Vila Rosália, perto de um esgoto, há mais uma colônia.

“No calor, eles cruzam mais e dão mais crias. Muitas vezes não conseguimos tirar o animal do local, mas fazemos a captura, castramos, cuidamos e o devolvemos ao mesmo local”, informou a veterinária.

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