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Edital da EDP destina até R$ 500 mil a projetos de transição energética justa

Caminhão Elétrico_EDP

Foto: divulgação

Iniciativas podem ser inscritas até 7 de novembro por entidades sem fins lucrativos de São Paulo e outros estados

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, está com inscrições abertas para o edital Energia Solidária 2025–2026, que vai destinar até R$ 500 mil a projetos de transição energética justa. As inscrições podem ser feitas até 7 de novembro, pelo site prosas.com.br.

Podem participar entidades sem fins lucrativos com atuação nos municípios da área de concessão da EDP nos estados de São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins.

O edital busca iniciativas voltadas ao acesso à energia, eficiência energética e combate à pobreza energética, priorizando propostas que também promovam igualdade de gênero e inovação social. Os projetos podem incluir desde geração compartilhada com capacitação profissional até soluções para redução do consumo e uso de fontes renováveis em comunidades urbanas e rurais.

Entre os critérios de avaliação estão a relevância social, o impacto, a sustentabilidade, o custo-benefício, a inovação e o alinhamento ao tema da transição energética justa. Os finalistas serão anunciados em janeiro de 2026, e os vencedores, em fevereiro, com execução prevista de 12 meses.

“O edital Energia Solidária complementa outras ações da EDP para promover inovação social, reduzir desigualdades e fortalecer uma sociedade mais justa e sustentável”, afirma Marcela de Almeida, gestora do Instituto EDP.

A iniciativa faz parte do programa global Y.E.S. (You Empower Society) – Você Empodera a Sociedade –, que apoia projetos de responsabilidade social e sustentabilidade.

Um exemplo de ação já apoiada é o projeto Energia Viva: Integrando os ODSs nas Escolas, desenvolvido em Guaratinguetá (SP). A iniciativa recebeu R$ 351 mil e implantou um sistema de energia solar na Escola Estadual Ernesto Quissak, gerando economia e promovendo formação de mulheres em “empregos verdes”, além de criar uma horta comunitária voltada à educação ambiental e economia circular.

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