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Após confirmação de caso de sarampo, Prefeitura reforça vacinação para os guarulhenses

vacinação contra o sarampo

Foto: Fabio Nunes Teixeira/PMG

Gestão fez varredura vacinal na Vila Galvão

A Prefeitura de Guarulhos reforçou o alerta para que a população mantenha a vacinação contra o sarampo em dia. A orientação ocorre após a confirmação do primeiro caso da doença no município neste ano e faz parte das ações de prevenção adotadas pela Secretaria da Saúde.

Desde a confirmação do caso, a pasta intensificou a vigilância epidemiológica, com investigação, vacinação de bloqueio, busca ativa de pessoas suscetíveis e monitoramento dos contatos do paciente. Também foi realizada uma varredura vacinal na Vila Galvão, onde equipes percorreram imóveis para verificar a situação vacinal dos moradores e atualizar as doses quando necessário.

Segundo a Prefeitura, a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção e de impedir a circulação do vírus.

Doença altamente contagiosa

O sarampo é uma doença infecciosa transmitida pelo ar, por meio da tosse, espirro, fala ou respiração de pessoas infectadas. Os primeiros sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e mal-estar. Em seguida, surgem manchas vermelhas pelo corpo. Em casos mais graves, a doença pode provocar complicações como pneumonia, encefalite e até levar à morte, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

A Secretaria da Saúde orienta que pessoas com febre e manchas vermelhas na pele procurem imediatamente uma unidade de saúde e evitem contato com outras pessoas até receberem avaliação médica.

Quem deve se vacinar

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de Guarulhos.

O esquema vacinal prevê:

Primeira dose aos 12 meses de idade;
Segunda dose aos 15 meses, com a vacina tetraviral ou conforme o calendário vigente;
Pessoas de 12 meses a 29 anos sem comprovação de vacinação devem receber duas doses;
Adultos de 30 a 59 anos que não foram vacinados anteriormente devem receber uma dose.

Também permanece em vigor a chamada dose zero para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias, adotada temporariamente devido ao aumento do risco de circulação do vírus. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de rotina.

Quem não possui a carteira de vacinação também deve procurar uma UBS para que os profissionais avaliem o histórico vacinal e verifiquem a necessidade de novas doses.

Segundo a Secretaria da Saúde, manter altas coberturas vacinais é essencial para evitar a circulação do vírus e proteger toda a população, especialmente as pessoas que não podem ser imunizadas por motivos médicos.

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